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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Discriminação


É comum confundirmos discriminação e preconceito.

No dicionário Aurélio, a definição de preconceito é idéia preconcebida. Na segunda acepção é suspeita, intolerância, aversão a outras raças, credos, religiões.

Já discriminação é ato ou efeito de discriminar. Tratamento preconceituoso dado a certas categorias sociais, raciais, etc.

Analisando, então, podemos deduzir que o preconceito pode permanecer só no aspecto interno. Sem que tenha uma correspondência na prática. Pode não se materializar nas ações.

A discriminação decorre do preconceito, fazendo com que determinados segmentos, grupos ou atividades sejam excluídos ou estigmatizados.

Uma forma corriqueira de discriminação é aquela referente ao nível social, à raça, religião, opção sexual.

A convenção 111 da Organização Internacional do Trabalho considera discriminação toda distinção, exclusão ou preferência que tenha por fim alterar a igualdade de oportunidades ou tratamento em matéria de emprego ou profissão, exceto aquelas fundadas nas qualificações exigidas.

A Constituição Federal iguala homens e mulheres em direitos e deveres, proíbe diferença de critérios de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil.

A legislação procura respaldar o trabalhador, evitando restrições no acesso ao trabalho, que não sejam as naturais decorrentes de melhor ou maior qualificação para a função. Em função disto existem políticas de inserção, através de ações afirmativas para portadores de necessidades especiais, para negros, índios, visando à inserção e conseqüente redução da exclusão.

O resultado de uma pesquisa realizada pelo Grupo Catho, realizada em 2005 chamou minha atenção. Segundo a pesquisa feita com executivos, estes confirmaram que existe discriminação com relação à admissão de obesos, o que afeta, inclusive, os salários.

Além da qualificação normal para o exercício de determinada função, que hoje exige muito mais do que era exigido há uma década, para a mesma função (nível de escolaridade, conhecimentos de línguas, diversos programas de informática, experiência comprovada, perfil pró-ativo, etc.) o candidato tem que ser magro, pois o magro tem mais chance de admissão e salários maiores.

A pesquisa revela que a sociedade discrimina o obeso, rotula a obesidade como um desvio social, fruto da falta de autocontrole e não como uma doença a ser tratada.

Certamente isto leva a um sentimento de rejeição.

Dados da Organização Mundial de Saúde dizem que mais de um bilhão de pessoas no mundo tem excesso de peso, podendo chegar a um 1,5 bilhão antes de 2015 e isto não se constitui problema só nos países ricos.

A obesidade está diretamente relacionada com a maior ingestão de sal, gordura, açúcar, no que se refere ao costume alimentar, associado à diminuição de atividades físicas, ao exercício de tarefas ou desempenho de profissões sedentárias, ao aumento do uso dos meios de transporte, aos avanços tecnológicos que auxiliam na execução de tarefas, modificação do tipo de lazer, que era mais ao ar livre, passando a se resumir à frente da televisão, do dvd, do videogame, provocando menos gasto de calorias.

Embora o resultado tenha sido aferido em pesquisa e saibamos que é real, é difícil de ser constatado, permanecendo velado e sendo sentido com intensidade por aquela pessoa que é alvo das ações discriminatórias.

A ditadura da beleza (porque o conceito é que só o magro é belo) invade não só o mercado da moda, mas o mercado de trabalho em geral.

O obeso sofre a discriminação desde a infância, nos bancos escolares, nos relacionamentos, no acesso ao emprego e no exercício de determinadas funções, na prática de esportes (nem o “fenômeno” escapou).

É necessário incentivar alimentação saudável, prática de atividades físicas, acompanhamento médico e terapêutico em alguns casos, busca de esclarecimentos visando à manutenção da saúde, melhor rendimento nas atividades, aprimoramento da qualidade de vida, o que sem dúvida melhora a autoestima o que conduz o indivíduo a uma nova postura na sociedade, sobrepujando-se à discriminação que é alvo.

É um conjunto de ações buscando não só atingir o lado estético, mas o emocional também, que em decorrência melhora os relacionamentos, além de instituir ações visando extirpar todo e qualquer tipo de discriminação.

Fonte: www.meuartigo.brasilescola.com

domingo, 19 de setembro de 2010

Bullying


Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.

O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.

O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.

As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.

As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.

O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.

No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.

Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.

Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP



Fonte:www.brasilescola.com

Consciência

A palavra consciência vem do latim conscientia: conhecimento de algo partilhado com alguém.
O termo “consciência” tem, em português, pelo menos dois sentidos, descoberta ou reconhecimento de algo, quer de algo exterior, como um objeto, uma realidade, uma situação etc., quer de algo interior, como as modificações sofridas pelo próprio eu, conhecimento do bem e do mal.

O primeiro sentido de consciência pode desdobrar-se noutros sentidos: o psicológico, o epistemológico e o metafísico. Em sentido psicológico, a consciência é a percepção do eu por si mesmo, este é o conceito mais conhecido. Em sentido epistemológico, a consciência é primeiramente o sujeito do conhecimento. Em termos metafísicos, chamamos muitas vezes à consciência o Eu.

A consciência é uma qualidade da mente, considerando abranger qualificações tais como subjetividade, auto consciência e a capacidade de perceber a relação entre si e o outro.

Alguns filósofos dividem consciência em:

1. Consciência fenomenal, que é a experiência propriamente dita, é o estado de estar ciente, assim como dizemos "estou ciente" e consciente de algo, tal como quando dizemos "estou ciente destas palavras", e

2. consciência de acesso, que é o processamento das coisas que vivenciamos durante a experiência.

Consciência é uma qualidade psíquica, isto é, que pertence à esfera da psique humana, por isso diz-se também que ela é um atributo do espírito, da mente ou do pensamento humano. Ser consciente não é exatamente a mesma coisa que perceber-se no mundo, mas ser no mundo e do mundo, para isso, a intuição, a dedução e a indução tomam parte.



Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
Fonte:www.brasilescola.com

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

As idéias de john Locke


Biografia

Estudou medicina veterinária , ciências naturais e filosofia em Oxford, principalmente as obras de Bacon e Descartes. Em 1683, John Locke fugiu para Holanda. Voltou à Inglaterra quando Guilherme de Orange subiu ao trono, em 1688. Faleceu em 28 de outubro de 1704, com 72 anos. Locke nunca se casou ou teve filhos.

Obra


Locke é considerado o protagonista do empirismo, isto é, a teoria denominada de Tabula rasa (do latim, "folha em branco"). Esta teoria afirma que todas as pessoas nascem sem saber absolutamente nada e que aprendem pela experiência, pela tentativa e erro. Esta é considerada a fundação do "behaviorismo".

A filosofia política de Locke fundamenta-se na noção de governo consentido dos governados diante da autoridade constituída e o respeito ao direito natural do ser humano, de vida, liberdade e propriedade. Influencia, portanto, as modernas revoluções liberais: Revolução Inglesa, Revolução Americana e na fase inicial da Revolução Francesa, oferecendo-lhes uma justificação da revolução e a forma de um novo governo. Para fins didáticos, Locke costuma ser classificado entre os "Empiristas Britânicos", ao lado de David Hume e George Berkeley, principalmente pela obra relativa à questões epistemológicas. Em ciência política, costuma ser classificado na escola do direito natural ou jusnaturalismo.


Retrato de John LockePara Bernard Cottret, biógrafo de João Calvino, contrastando com a história trágica da brutal repressão aos protestantes em França no século XVI, e a própria intolerância e zelo religioso radical de João Calvino em Genebra, o nome de John Locke está intimamente associado à tolerância. Uma tolerância que os franceses aprendem a valorizar apenas na década de 80 do século XVII, quase às portas do Iluminismo. Como Voltaire afirmou, a tolerância é para os franceses um artigo de importação. Bernard Cottret afirma: "a tolerância é o produto de um espaço geográfico específico, nomeadamente o noroeste da Europa. Ou seja: a Inglaterra e a Holanda. E ela é no final em especial a obra de um homem - John Locke - a quem o século XVII dedica um culto permanente".

Dentre os escritos políticos, a obra mais influente foi o tratado em duas partes, Dois Tratados sobre o Governo (1689). A primeira descreve a condição corrente do governo civil; a segunda parte descreve a justificação para o governo e os ideais necessários à viabilização. Segundo Locke todos são iguais e que a cada um deverá ser permitido agir livremente desde que não prejudique nenhum outro. Com este fundamento deu continuidade à justificação clássica da propriedade privada ao declarar que o mundo natural é a propriedade comum de todos, mas que qualquer indivíduo pode apropriar-se de uma parte dele ao misturar o trabalho com os recursos naturais. Este tratado também introduziu o "proviso de Locke", no qual afirmava que o direito de tomar bens da área pública é limitado pela consideração de que "ainda havia suficientes, e tão bons; e mais dos ainda não fornecidos podem servir", por outras palavras, que o indivíduo não pode simplesmente tomar aquilo que pretende, também tem de tomar em consideração o bem comum.

Em Ensaio acerca do Entendimento Humano (1690), Locke propõe que a experiência é a fonte do conhecimento, que depois se desenvolve por esforço da razão. Outra obra filosófica notável é Pensamentos sobre a Educação, publicado em 1693. As fontes principais do pensamento de Locke são: o nominalismo escolástico, cujo centro era a Oxford; o empirismo inglês da época; o racionalismo defendido por René Descartes e a filosofia de Malebranche.


Fonte:http:www.wikipedia.org

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Sociologia



A Sociologia é uma das Ciências Humanas que tem como objetos de estudo a sociedade, a sua organização social e os processos que interligam os indivíduos em grupos, instituições e associações. Enquanto a Psicologia estuda o indivíduo na sua singularidade, a Sociologia estuda os fenômenos sociais, compreendendo as diferentes formas de constituição das sociedades e suas culturas.

O termo Sociologia foi criado por Auguste Comte em 1838 (séc. XVIII), que pretendia unificar todos os estudos relativos ao homem — como a História, a Psicologia e a Economia. Mas foi com Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber que a Sociologia tomou corpo e seus fundamentos como ciência foram institucionalizados.



A Sociologia surgiu como disciplina no século XVIII, como resposta acadêmica para um desafio que estava surgindo: o início da sociedade moderna. Com a Revolução Industrial e posteriormente com a Revolução Francesa (1789), iniciou-se uma nova era no mundo, com as quedas das monarquias e a constituição dos Estados nacionais no Ocidente. A Sociologia surge então para compreender as novas formas das sociedades, suas estruturas e organizações.





A Sociologia tem a função de, ao mesmo tempo, observar os fenômenos que se repetem nas relações sociais – e assim formular explicações gerais ou teóricas sobre o fato social –, como também se preocupa com aqueles eventos únicos, como por exemplo, o surgimento do capitalismo ou do Estado Moderno, explicando seus significados e importância que esses eventos têm na vida dos cidadãos.

Como toda forma de conhecimento intitulada ciência, a Sociologia pretende explicar a totalidade do seu universo de pesquisa. O conhecimento sociológico, por meio dos seus conceitos, teorias e métodos, constituem um instrumento de compreensão da realidade social e de suas múltiplas redes ou relações sociais.

Os sociólogos estudam e pesquisam as estruturas da sociedade, como grupos étnicos (indígenas, aborígenes, ribeirinhos etc.), classes sociais (de trabalhadores, esportistas, empresários, políticos etc.), gênero (homem, mulher, criança), violência (crimes violentos ou não, trânsito, corrupção etc.), além de instituições como família, Estado, escola, religião etc.

Além de suas aplicações no planejamento social, na condução de programas de intervenção social e no planejamento de programas sociais e governamentais, o conhecimento sociológico é também um meio possível de aperfeiçoamento do conhecimento social, na medida em que auxilia os interessados a compreenderem mais claramente o comportamento dos grupos sociais, assim como a sociedade com um todo. Sendo uma disciplina humanística, a Sociologia é uma forma significativa de consciência social e de formação de espírito crítico.

A Sociologia nasce da própria sociedade, e por isso mesmo essa disciplina pode refletir interesses de alguma categoria social ou ser usado como função ideológica, contrariando o ideal de objetividade e neutralidade da ciência. Nesse sentido, se expõe o paradoxo das Ciências Sociais, que ao contrário das ciências da natureza (como a biologia, física, química etc.), as ciências da sociedade estão dentro do seu próprio objeto de estudo, pois todo conhecimento é um produto social. Se isso a priori é uma desvantagem para a Sociologia, num segundo momento percebemos que a Sociologia é a única ciência que pode ter a si mesma com objeto de indagação crítica.


Fonte: www.brasilescola.com

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Catolicismo



O QUE É O CATOLICISMO?



O Catolicismo é uma religião que surgiu a partir do ano 50 depois de Cristo, a partir da deturpação do verdadeiro Cristianismo.
Jesus Cristo (Yehoshua haMashiach) é judeu, e sempre pregou o Judaísmo, e sempre praticou o Judaísmo.
Portanto, os verdadeiros seguidores de Jesus também pregam e praticam o Judaísmo.
O Catolicismo surgiu aproximadamente no ano 50 depois de Cristo, quando alguns dos seguidores de Jesus Cristo começaram a dizer que não é necessário obedecer a certos mandamentos da Lei de Deus (Torah), e assim se tornaram hereges.
A origem mais remota do Catolicismo ocorreu quando Paulo de Tarso começou a dizer aos gentios que estavam se convertendo a Deus que eles não precisavam fazer a circuncisão para serem salvos.
Este fato é mencionado no livro católico de Atos dos Apóstolos, capítulo 15, versículos 1 e 2, onde consta o seguinte:
“E alguns que desceram da Judéia ensinavam os irmãos, dizendo: se não fordes circuncidados segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos. Mas havendo resistência e discussão não pouca de Paulo e de Barnabé contra eles, resolveram subir Paulo e Barnabé e alguns outros deles, para os apóstolos e anciãos em Jerusalém, sobre aquela questão."
Na realidade, os gentios precisam fazer a circuncisão para serem salvos, pois está escrito na Bíblia, em Gênesis 17:9-14 e em Levítico 12:3 que Deus ordenou que todos os homens sejam circuncidados, e está escrito em Êxodo 12:49 e em Números 15:15-16 que Deus disse que a Lei é a mesma para os israelitas e para os estrangeiros, e está escrito em Gênesis 17:9-14 que Deus mandou que fossem circuncidados também os servos estrangeiros de Abraão, e está escrito em Êxodo 12:48 que os estrangeiros também devem fazer a circuncisão, e está escrito em Isaías 51:1 que os incircuncisos não entrarão em Jerusalém, e está escrito em Ezequiel 44:9 que os incircuncisos não entrarão no Santuário de Deus, e está escrito em Isaías 56:3-7 que os estrangeiros que se juntarem a Javé (Yahveh) e abraçarem o Seu pacto, entrarão no Seu Santuário, o que mostra que eles terão feito a circuncisão, pois caso contrário não poderiam entrar no Santuário de Javé (Yahveh), e vemos em Gênesis 17:9-11 que o pacto de Javé (Yahveh) é a circuncisão.
Portanto, vemos que os verdadeiros seguidores de Jesus Cristo (Yeshua haMashiach) eram aqueles que estavam dizendo aos gentios que eles precisavam fazer a circuncisão para serem salvos (Atos 15:1), e vemos que Paulo de Tarso se desviou do caminho de Deus, e passou a desobedecer aos mandamentos de Deus, e passou a pregar a desobediência aos mandamentos de Deus.
Consta no livro católico de Atos dos Apóstolos que Barnabé, Pedro e Tiago teriam concordado com Paulo de Tarso, mas o trecho Gálatas 2:11-13 mostra que na realidade Tiago, Pedro e Barnabé não concordavam com Paulo de Tarso.
Então ocorreu uma divisão, e aqueles que continuaram obedecendo aos mandamentos de Deus foram posteriormente chamados ebionitas, e aqueles que começaram a dizer que não é necessário obedecer a alguns mandamentos da Lei de Deus, foram mais tarde chamados católicos.
O Catolicismo contém várias doutrinas heréticas, das quais as principais são as seguintes:
1) O antinomismo, doutrina falsa que diz que Jesus Cristo aboliu a Lei de Deus, e que depois de Jesus Cristo mudou tudo, e que alguns mandamentos da Lei de Deus não precisam mais ser obedecidos. Os versículos Mateus 5:17-19 mostram que esta doutrina é falsa.
2) O Cristoteísmo, doutrina falsa que diz que Jesus Cristo é Deus. O versículo Deuteronômio 6:4, repetido por Jesus Cristo em Marcos 12:29, mostra que esta doutrina é falsa.
3) A doutrina do nascimento virginal de Jesus Cristo. Esta doutrina é falsa, pois as profecias diziam que o Messias seria da semente de Davi (2 Samuel 7:12-16 e 1 Crônicas 17:11-14 e Salmos 89:20-38), e José é que era da semente de Davi, como se vê na genealogia que está em Mateus 1:6-16, de modo que se Jesus não tivesse sido gerado por José, ele não seria da semente de Davi, e conseqüentemente não poderia ser o Messias (ou Cristo), e no manuscrito Codex Sinaiticus, da versão siríaca do Evangelho segundo Mateus, consta que José gerou Jesus, e no livro antigo chamado Dialogus Timothei et Aquilae consta a transcrição do versículo Mateus 1:16 com a seguinte redação: Jacó gerou José, e José gerou Jesus.
4) A doutrina da Santíssima Trindade, que diz que Deus é três mas é um. Esta doutrina é falsa, pois está escrito em Deuteronômio 6:4 que Deus é um.
Para apoiar estas suas doutrinas heréticas, os católicos fizeram alterações no texto do Evangelho segundo Mateus, e compuseram outros evangelhos, sendo que, para comporem os seus 4 Evangelhos, eles se basearam no verdadeiro Evangelho, que é o texto autêntico do Evangelho segundo Mateus, e acrescentaram várias coisas.
Posteriormente, surgiram outras doutrinas falsas no Catolicismo, como, por exemplo, a doutrina da imaculada conceição de Maria, e a doutrina da ascensão de Maria, doutrinas estas que têm por objetivo endeusar Maria, mãe de Jesus, violando assim o mandamento de Deus que está em Êxodo 20:3, onde está escrito que Deus disse para nós não termos outros deuses diante d’Ele.
Surgiram também várias práticas erradas no Catolicismo, como, por exemplo, a prática de fazer pedidos a pessoas que já morreram, e que são consideradas santas pela Igreja Católica, prática esta que é uma forma de politeísmo, e é uma violação ao mandamento de Deus, que está em Êxodo 20:3, pois as pessoas que fazem pedidos aos santos atribuem a eles poderes sobrenaturais, de modo que os santos são deuses para essas pessoas. Essa prática é também violação do mandamento de Deus que está em Deuteronômio 18:10-12, onde está escrito que Deus proibiu que façamos pedidos a mortos. Além disso, fazem imagens dos santos, e se inclinam diante das imagens, violando o mandamento de Deus, que está em Êxodo 20:4-5.



Que Deus vos abençoe.
Fonte: www.servosdejave.org.br